O Banco do Brasil negou oficialmente qualquer interesse na federalização do BRB. Em ofício enviado ao Tribunal de Contas da União (TCU) nesta semana, a instituição afirmou que não possui estudos, grupos de trabalho ou qualquer tipo de análise sobre a possibilidade de assumir o controle do banco distrital.
A resposta atende a uma determinação do ministro Bruno Dantas, que deu prazo de 15 dias para que bancos públicos federais e o Ministério da Fazenda esclarecessem se chegaram a avaliar a compra do BRB. A medida surgiu em meio a rumores de que instituições federais poderiam resgatar o banco brasiliense de dificuldades financeiras.
Investigação do TCU sobre federalização do BRB
Segundo o G1, o pedido de informações foi feito a partir de solicitação do subprocurador Lucas Furtado. Além do BB, também precisam responder a Caixa Econômica Federal, o BNDES e o Ministério da Fazenda. Até o momento, apenas o Banco do Brasil se manifestou.
O ministro Bruno Dantas justificou a medida pela materialidade elevada dos valores envolvidos e pelo risco ao patrimônio público federal. Ele reconheceu que não há atos administrativos formais indicando a intenção de federalização, mas ressaltou que operações de reestruturação bancária costumam ocorrer de forma célere e sigilosa.








