
O Itaú Unibanco é, em 2026, o único nome brasileiro entre as 500 marcas mais valiosas do mundo. A façanha foi registrada no novo ranking Global 500 da Brand Finance, que mede o valor financeiro das marcas no mercado. O maior banco privado do País saltou 20 posições em relação ao ano passado e agora ocupa a 254ª colocação. O Banco do Brasil, que aparecia no ranking anterior, ficou de fora.
Com valor estimado em US$ 9,9 bilhões, o Itaú teve um crescimento de 15% na valorização da marca, conquistando também um Brand Strength Index (BSI) de 80,3, o que lhe garantiu uma classificação AAA-, um selo raro que sinaliza reputação sólida, alta lembrança e vínculo duradouro com os clientes.
O que explica o avanço do Itaú
Segundo a Brand Finance, o avanço da marca está diretamente ligado ao desempenho financeiro da instituição e à sua capacidade de ampliar participação no mercado interno. Três fatores puxaram esse movimento: expansão de crédito, digitalização dos serviços e campanhas publicitárias de alto impacto, como a “Feito do Futuro”, que colocou o banco em evidência com nomes de peso.
Enquanto o Itaú avança, o cenário global é dominado por gigantes de tecnologia. Apple, Microsoft, Google e Amazon seguem no topo do ranking, com valores que ultrapassam os US$ 300 bilhões. Destaque também para a ascensão da Nvidia, que dobrou de valor em um ano, e para o crescimento meteórico da fintech britânica Revolut, que saltou 239% em valorização segundo o Jornal de Brasília.
O peso simbólico de estar no ranking
Estar entre as 500 marcas mais valiosas do mundo não é apenas um prêmio estético. A lista é usada por investidores, analistas e executivos como termômetro de percepção pública e posicionamento estratégico. O fato de apenas uma empresa brasileira figurar entre as líderes acende alertas sobre a presença global das nossas marcas e reforça a importância da construção de reputação no longo prazo