A Partior e a OpenAssets concluíram uma prova de conceito que liquidou ativos digitais, stablecoins e depósitos bancários tokenizados ao mesmo tempo, em operação disponível 24 horas por dia, 7 dias por semana. O ponto central: o depósito de banco tokenizado, e não a stablecoin, atuou como ativo de liquidação entre as instituições, na infraestrutura da Partior, rede que tem JPMorgan e DBS entre os fundadores.
O que a prova de conceito demonstrou
| Elemento | Papel na liquidação |
|---|---|
| Depósito bancário tokenizado | Ativo de liquidação principal entre instituições |
| Stablecoins reguladas | Liquidadas ou resgatadas por transação ou em lote |
| Ativos digitais | Trocados ao mesmo tempo, por entrega contra pagamento |
| Reconciliação | Automatizada de ponta a ponta, sem intervenção manual |
O que a prova de conceito Partior + OpenAssets demonstrou, julho de 2026. Fonte: Fintech News Singapore
Como o depósito de banco entra como ativo de liquidação
Historicamente, ativos digitais, stablecoins e dinheiro de banco comercial circulavam em ambientes de liquidação separados, o que exigia fluxos fragmentados e reconciliação manual, segundo as empresas. A prova de conceito conectou a camada de infraestrutura de ativos digitais da OpenAssets à rede de depósitos tokenizados da Partior, de forma que a troca de ativos e o pagamento acontecem de forma simultânea, o que elimina o risco de uma parte pagar e não receber.
Nesse arranjo, o dinheiro de banco comercial tokenizado carrega a liquidação: garante o encerramento definitivo da operação e a movimentação instantânea de liquidez. É a mesma direção de bancos que já colocaram depósitos tokenizados para funcionar 24 horas por dia e de instituições que levaram o depósito tokenizado aos Estados Unidos. “Instituições precisavam de uma forma de liquidar ativos tokenizados contra dinheiro sem sair da infraestrutura em que já confiam”, afirmou Gabor Gurbacs, CEO da OpenAssets, em tradução livre.








