Santander e Webster Bank definiram a segunda camada de liderança da operação combinada nos EUA, com executivos nomeados para as áreas de varejo, comercial e digital. A principal baixa é Swati Bhatia, que liderou o Openbank e o varejo do Santander nos EUA desde 2024, acumulando US$ 6 bilhões em depósitos no primeiro ano da operação digital. Ela deixa o banco em 30 de junho.
Liderança da fusão Santander + Webster nos EUA
| Área | Líder | Origem |
|---|---|---|
| Commercial banking | Chris Motl | Webster |
| Retail banking | Jason Mock | Santander |
| Digital banking | Drew Burchard | Santander |
| CIB | David Hermer | Santander |
| Private banking | Luis Bermudez | Santander |
| Auto finance | David McClelland | Santander |
| Healthcare banking | Chad Wilkins | Webster |
Fonte: Banking Dive
Santander concentra digital e varejo, Webster retém comercial
A distribuição de cargos revela a lógica da combinação: o Santander fica com as áreas onde tem escala nos EUA (varejo, digital, CIB, private banking, auto finance), enquanto o Webster retém as especialidades onde construiu franquia (commercial banking e healthcare via HSA Bank). Na rede de varejo, James Griffin, do Webster, ficará subordinado a Mock, liderando a distribuição nacional e o interSYNC, plataforma de captação de depósitos digitais rebatizada do antigo interLINK.
A saída de Bhatia, que antes havia liderado o Marcus do Goldman Sachs, encerra um ciclo no Openbank que o Santander vinha posicionando como peça central da sua estratégia digital global. A combinação com o Webster cria um banco com cerca de US$ 327 bilhões em ativos, US$ 185 bilhões em empréstimos e US$ 172 bilhões em depósitos, posicionando-se entre os dez maiores bancos dos EUA por ativos. A meta é US$ 800 milhões em sinergias de custo anuais até 2028.








