A Inter Asset, gestora de investimentos do Inter, que possui mais de R$ 22 bilhões sob gestão, amplia seu portfólio com o lançamento do Inter Evolution ETF Ações, fundo de fundos (FoF) de renda variável que investe exclusivamente em ETFs.
A carteira será construída e monitorada pela gestora, que realiza a seleção das exposições, os rebalanceamentos e a gestão dos riscos de acordo com os diferentes cenários de mercado. Com aporte inicial de R$ 100, o fundo é voltado a investidores em geral.
O fundo em números
Item
Condição
Aporte inicial
R$ 100
Taxa de administração
1% ao ano
Taxa de performance
20% sobre o que exceder o Ibovespa
Aplicação e resgate
aplicação em D+0; resgate em D+1, com pagamento em D+2 dias úteis
Condições informadas pela gestora. Fonte: Inter Asset
Taxas, prazos e administração
O fundo possui taxa de administração de 1% ao ano e taxa de performance de 20% sobre o que exceder o Ibovespa, índice de referência utilizado pelo fundo. A aplicação ocorre em D+0, enquanto o resgate é realizado em D+1, com pagamento em D+2 dias úteis. A administração é realizada pela Inter DTVM.
“O Inter Evolution ETF Ações combina duas características importantes para a construção de uma carteira de renda variável, que é a eficiência dos ETFs e uma gestão ativa de alocação. Os ETFs são os instrumentos utilizados para acessar diferentes exposições, enquanto a gestão define como combiná-las de acordo com a leitura de mercado e as teses de investimento”, afirma Daniel Castro, CEO da Inter Asset.
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Como os ETFs são selecionados
Para a seleção dos ETFs, a Inter Asset considera diferentes dimensões, como estrutura e custos, liquidez, qualidade da exposição e fundamentos. A carteira pode combinar ETFs amplos de mercado, com exposições locais e globais, posições temáticas e setoriais, além de posicionamentos táticos e estratégias de gestão de riscos, incluindo diversificação, rebalanceamentos e possíveis estruturas de proteção.
“O processo de gestão combina diferentes etapas na construção da carteira de renda variável, como a análise do cenário macroeconômico, avaliação de setores e temas, seleção dos ETFs e construção da carteira, seguida de monitoramento e rebalanceamento. A gestão de riscos também faz parte da estratégia, com o uso de diversificação e ajustes de exposição ao longo do tempo”, explica Marcelo Mattos, CIO da Inter Asset.
O Inter foi a primeira instituição financeira a lançar um banco digital, em 2015, o primeiro marketplace integrado ao app de um banco, em 2019, e a primeira rede social financeira, em 2025, segundo a própria empresa. Hoje, posiciona-se como um Super App Financeiro Global, atendendo mais de 45 milhões de clientes em todo o mundo, com serviços de banking, investimentos, crédito, seguros, shopping, remessas internacionais e programa de pontos, entre outros.
Com um índice de eficiência de 42,1%, o Inter administra uma carteira de crédito de R$ 55,3 bilhões, mantém um patrimônio líquido de R$ 10,6 bilhões e conta com ativos totais de R$ 102,9 bilhões.
O que observar
No fundo, a escolha dos ETFs e os rebalanceamentos ficam com a gestora, e não com o cotista. Como a taxa de performance incide sobre o que exceder o Ibovespa, o desempenho em relação ao índice de referência é o ponto a acompanhar nos relatórios periódicos. Vale observar também como a carteira se distribui entre exposições locais, globais, temáticas e setoriais e quando a gestão recorre a estruturas de proteção.