O PNC, um dos maiores bancos dos Estados Unidos, não contratou uma software house para modernizar seu aplicativo. Construiu cerca de 115 agentes de IA que escreveram e testaram o código de forma autônoma, com engenheiros humanos revisando a saída. O novo PNC Mobile chega a 8 milhões de clientes com dashboards personalizáveis e recursos de IA generativa embarcados.
O novo PNC Mobile em números
| Métrica | Valor |
|---|---|
| Clientes ativos | 8 milhões |
| Sessões mensais | 150 milhões |
| Crescimento de usuários (1º tri, ano a ano) | 8% |
| Conclusão do rollout | Fim do verão nos EUA |
| Base de tecnologia | Agentes de IA + microsserviços |
Dados do novo PNC Mobile, lançado em 7 de julho de 2026. Fonte: PNC
Como a PNC construiu o próprio app
O banco usou o que chama de sistema de desenvolvimento agêntico: cerca de 115 agentes de IA que assumiram o fluxo de programação e testes, deixando para os engenheiros o papel de revisar o resultado. A base roda sobre uma arquitetura patenteada de microsserviços com streaming de dados, pensada para atualizar o app com rapidez. A aposta ecoa a lógica do vibe coding, em que a IA assume parte da criação de software antes restrita a times técnicos, e acompanha uma virada em que agentes de IA viram camada de infraestrutura no setor financeiro.
“O novo app reflete uma mudança fundamental na forma como construímos e entregamos experiências digitais”, disse Tom Kunz, head de Retail Digital e Payments do PNC (em tradução livre). Segundo ele, práticas modernas de engenharia criaram uma base escalável para inovar e otimizar o app com mais velocidade.










