Grandes empresas que querem operar em mercados como o Brasil poderão aceitar mais de 50 métodos de pagamento alternativos com uma única conexão, sem trocar o adquirente nem a estrutura operacional. É a proposta da colaboração entre a Yuno, plataforma global de infraestrutura para orquestração de pagamentos com operação em mais de 190 países, e a Visa para integrar o Visa Pay à plataforma da Yuno.
Para empresas globais que chegam ao Brasil, oferecer ao consumidor a forma de pagamento que ele já utiliza no dia a dia pode ser tão importante quanto ter preço competitivo ou uma boa experiência de checkout. O maior desafio, porém, está na infraestrutura necessária para conectar cada método de pagamento, lidar com contratos, integrações, conciliação e liquidação em diferentes mercados.
Yuno e Visa · integração do Visa Pay
Uma única conexão para mais de 50 métodos alternativos
Os números da integração e da plataforma da Yuno

Números informados pela empresa. Fonte: Yuno (07/10/2026). Arte: Let’s Money.
Uma integração, sem estrutura local para cada método
Na prática, a proposta é reduzir uma das principais barreiras para empresas internacionais que querem operar em mercados como o Brasil: a necessidade de construir uma estrutura específica para cada novo meio de pagamento. Com a integração, os comerciantes poderão acessar os mais de 50 métodos alternativos sem precisar estabelecer uma nova entidade jurídica ou conta bancária local para cada mercado.
“É evidente a importância de oferecer ao consumidor a forma de pagamento com a qual ele já está familiarizado. Ao mesmo tempo, para uma empresa global, adicionar cada novo método significa lidar com uma série de desafios operacionais, regulatórios e tecnológicos. O que estamos fazendo é simplificar essa equação, permitindo que o comerciante ofereça mais opções de pagamento sem precisar criar uma nova estrutura para cada mercado ou método”, afirma Walter Campos, General Manager da Yuno para a América Latina.
Para o executivo, conectar diferentes formas de pagamento sem obrigar o comerciante a reconstruir sua operação é especialmente relevante em uma região tão fragmentada quanto a América Latina. “Nossa visão é que o consumidor não deveria precisar mudar a maneira como paga só porque está comprando de uma empresa internacional. […] É essa conexão entre os dois lados que estamos buscando simplificar”, complementa.










