A Liberate, startup de São Francisco (EUA) que fornece agentes de inteligência artificial a seguradoras de danos, informou em 30 de setembro que seus sistemas já devolveram mais de 100 milhões de minutos a seguradoras e corretoras. São pedidos resolvidos sem funcionário na linha e registrados no sistema da seguradora.
Pela descrição da própria Liberate, os agentes resolvem pedidos que dispensam avaliação humana: o empreiteiro que precisa de um certificado de seguro, o segurado que quer saber em que pé está um sinistro aberto. A resposta sai na hora e o registro é gravado no sistema central da seguradora. A empresa diz ter mais de 70 seguradoras e corretoras na plataforma, somando acima de 3,5 milhões de transações por mês.
A Liberate em números
| Indicador | Dado |
|---|---|
| Tempo devolvido a seguradoras e corretoras | Mais de 100 milhões de minutos |
| Clientes na plataforma | Mais de 70 seguradoras e corretoras |
| Volume mensal | Mais de 3,5 milhões de transações |
| Aviso de sinistro na Branch | De mais de 12 para cerca de 7 minutos (corte de 42%) |
| Sinistros da Branch pelos novos canais | Cerca de 43% |
| Seguradora não identificada em furacões seguidos | 14 vezes o volume habitual de sinistros, sem contratar |
Dados declarados pela Liberate. Fonte: PYMNTS
Furacões e aviso de sinistro são a vitrine
Num estudo de caso, a Liberate conta que uma seguradora de danos, sem nome divulgado, atendeu 14 vezes o volume habitual de sinistros durante furacões seguidos sem reforçar a equipe; o tratamento dos sinistros ficou 67% mais rápido. A Branch, seguradora residencial e de automóvel, é o cliente nomeado: passou o primeiro aviso de sinistro para os agentes e o canal digital. Comunicar um sinistro agora leva cerca de 7 minutos, ante mais de 12 com a central terceirizada, corte de 42%, de acordo com a Liberate. Perto de 43% dos sinistros da Branch já entram assim, e a seguradora espera gastar cerca de 70% menos para tratá-los.
A rapidez conta na fidelidade: em pesquisa de agosto da InvoiceCloud, empresa de cobrança e pagamentos, 75% dos consumidores disseram ser muito provável trocar de seguradora após um sinistro demorado.








