A Robbin, fintech de crédito B2B, pôs no ar um MCP de crédito que roda dentro do Claude e do ChatGPT. Com ele, o financeiro de uma indústria digita a pergunta no chat e recebe, em segundos, o score Robbin e o limite sugerido para cada revendedor que ela abastece. A empresa diz ser a primeira na América Latina a oferecer um MCP voltado a crédito.
Pelo assistente, dá para pedir sugestão de limite para um cliente, medir o risco da carteira inteira ou listar os limites que pedem revisão. O cálculo cruza o que cada revendedor já comprou da indústria com o comportamento dele no mercado. Antes, esse trabalho exigia planilha, relatório e consulta espalhada em vários sistemas.
Perguntas de CFO em linguagem comum
MCP é a sigla de Model Context Protocol, um padrão aberto pelo qual assistentes de IA se conectam com segurança a sistemas e bases de dados de terceiros. No uso diário, um CFO ou um analista de concessão pode checar o limite indicado para um CNPJ, mandar o assistente medir o risco dos 50 clientes que mais compram ou achar quem tem teto abaixo do que o volume já adquirido justificaria.
A sugestão segue políticas de crédito montadas junto com a equipe financeira de cada indústria. A base de uma empresa parceira fica separada das demais e só alimenta a análise dela mesma.
Na venda da fábrica para o varejo, o limite historicamente dependeu mais de relacionamento do que de dados: o caderno no balcão e a planilha do financeiro guardavam a confiança de quem atende. Na descrição da Robbin, o MCP converte esse vínculo pessoal em leitura de dados sem tirar da equipe a autonomia sobre a decisão.
“A grande virada da IA nas empresas não é automatizar tarefas básicas, é apoiar as decisões que movem o negócio. A inteligência agêntica de crédito da Robbin nasce disso: agentes especializados que cruzam o histórico de compras com a indústria, dados de mercado e a nossa expertise em crédito, entregando ao time financeiro uma leitura da base que ele não teria sozinho. Com o MCP, uma análise que levava dias vira uma conversa de segundos”, afirma Leonardo Moura, CEO da Robbin.











