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Criptobanco central · Banco Central

Itaú comunica ao BC atuação como corretora de criptoativos

Banco informou ao regulador, em 27 de outubro, que atua como prestador de serviços de ativos virtuais, com intermediação e custódia de criptoativos.

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· 2 min

casa.da.photo / Shutterstock.com

O Itaú Unibanco comunicou ao Banco Central, na terça-feira, 27 de outubro, sua atuação como prestador de serviços de ativos virtuais (PSAV), em conformidade com o novo arcabouço regulatório definido para o setor. A comunicação abrange intermediação e custódia de criptoativos, atividades equivalentes à modalidade de corretora prevista na regulamentação.

O passo consolida a presença do banco no mercado de criptoativos, iniciada em 2023, e a adequação dele ao novo marco regulatório. “Desde o início, priorizamos uma atuação baseada na segurança do cliente e acreditamos que esse avanço cria bases cada vez mais sólidas para o desenvolvimento dos ativos digitais no Brasil e no mundo. Um ambiente com regras claras e elevados padrões de segurança e governança beneficia toda a indústria e, principalmente, os consumidores”, afirma Guto Antunes, superintendente de Ativos Digitais do Itaú Unibanco.

Cripto no banco desde dezembro de 2023

Foi em dezembro de 2023 que o Itaú Unibanco passou a oferecer a compra e venda de criptoativos, movimento no qual o banco se diz pioneiro entre os grandes bancos do país. Hoje o cardápio tem mais de 14 ativos virtuais, entre eles Bitcoin (BTC), Ethereum (ETH) e USDC, a stablecoin lastreada em dólar americano. A guarda desses ativos usa as camadas de segurança que o banco já tem.

Itaú Unibanco · criptoativos

Da compra e venda de cripto à comunicação ao BC como PSAV

Marcos da atuação do banco com ativos virtuais

Linha do tempo do Itaú Unibanco com criptoativos: em dezembro de 2023, o banco passou a oferecer a compra e venda de criptoativos; em 27 de outubro de 2026, comunicou ao Banco Central sua atuação como prestador de serviços de ativos virtuais (PSAV), com intermediação e custódia.

Marcos informados pelo banco. Fonte: Itaú Unibanco (28/10/2026). Arte: Let’s Money.

Estratégia de participar do ecossistema cripto

Para o banco, a formalização reflete a estratégia de participar ativamente da evolução desse ecossistema, combinando inovação, tecnologia e experiência em serviços financeiros. Com a iniciativa, o Itaú diz reforçar o compromisso de oferecer soluções alinhadas às melhores práticas do mercado, para ampliar a confiança e o acesso dos clientes a essa classe de ativos. As informações sobre a negociação de criptoativos ficam na página de criptomoedas do Itaú.

Outras empresas do setor também têm recorrido ao regulador: a Binance pede ao BC licença de prestadora de ativos virtuais, e a Crown pede ao BC autorização para ser corretora cripto.

O que observar

Para quem já compra e vende cripto pelo aplicativo de um grande banco, a comunicação ao BC coloca intermediação e custódia dentro da modalidade de corretora prevista nas novas regras. Vale acompanhar como bancos tradicionais e prestadoras de serviços de ativos virtuais se ajustam ao arcabouço do setor e de que forma a oferta ao cliente, que já inclui stablecoin lastreada em dólar, evolui nesse ambiente regulado.

Fontes: Let’s Money: Binance pede ao BC licença de prestadora de ativos virtuais • Let’s Money: Crown pede ao BC autorização para ser corretora cripto • Itaú: criptomoedas

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